
Perdi as palavras, perdi o jeito de perder
No meu joguete de fuga, estou confusa
Não sei verso, nem universo, nem poema nem escrever
Nem melodia... molhada, triste, macia
Por que sinto e ressinto no mesmo recinto de doer
Não vejo letras nem pensamentos nem acordes, nem inventos
Porque canto o vazio
Dos símbolos incompreendidos
Canto gritos não ouvidos
Pois bato e rebato o vai-e-vem das golfadas de amor
Que insistem em sair como loucas
Sem malas, nem livros , sem trouxas
Buscar uma fantasia tola
Impura ao doer, livre ao correr, insana em morrer
Insana em morrer, insana em morrer, in...sana em mo...rrer, ins.........

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